>[25.nov.09] Patentes – Estudos contribuem para o debate sobre clima e patentes
Fonte: EPO [Adaptada]

A tecnologia é predominantemente trocada e transferida entre países industrialmente desenvolvidos, de acordo com uma pesquisa sem precedentes sobre as práticas de licenciamento dos protagonistas do setor de energia limpa. Fora do bloco industrializado, quem tem mais se beneficiado com transferência de tecnologia são as economias em rápido crescimento dos países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), com a China encabeçando a lista.

Estas são algumas das primeiras descobertas de um estudo conjunto conduzido pelo Escritório Europeu de Patentes (EPO), pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pelo Centro Internacional para o Comércio e o Desenvolvimento Sustentável (ICTSD) no intuito de melhor compreender o papel das patentes no emprego e na disseminação dessas tecnologias nos países em desenvolvimento.

Os resultados iniciais sobre o cenário de patentes na área de geração de energia mostram que, nos últimos anos, houve um crescimento expressivo da atividade patentária em tecnologias de energia limpa em comparação àquelas que usam energia de combustível fóssil. Notavelmente, o número de patentes nessas áreas aumentou consideravelmente após o Acordo de Kyoto ter sido assinado.

As organizações parceiras pretendem continuar a trabalhar conjuntamente mesmo após a publicação do estudo final na primeira metade de 2010. Planejam também analisar o uso de tecnologias ambientalmente amigáveis em setores tais como a construção, o transporte, processos industriais e a agricultura.

< Voltar